As relações monogâmicas são ricas em nomes para designar os parceiros: marido/mulher, esposo/esposa, cônjuges, consortes, noivo/noiva, namorado/namorada e tantos outros.
O tempo e o preconceito social acabaram por incorporar um tom pejorativo às palavras usadas para designar os parceiros das relações polígamas: amante, caso, amásio/amásia, concubino/concubina.
Então como se referir aos “outros” parceiros de uma relação polígama, evitando a crítica social inerente ao tom pejorativo dessas palavras?
Aurélio e Houaiss não fazem qualquer referência à necessidade da monogamia para a caracterização do namoro. Assim, não vejo qualquer inconveniente no uso do vocábulo namorado(a) para designar também os vários parceiros de uma relação polígama, desde que haja algum envolvimento afetivo e uma certa pretensão de estabilidade.
Não havendo estes dois requisitos, creio que a melhor designação seria por meio do neologismo “ficante“.
E vocês? Como chamam seus outros parceiros?



Gostei do blog e adicionei ao meu.
Vou passando por cá..
Se é sério, é namorada, se não é, é caso; números não importando.
oi, catherine. vi teu comentário na casinha e vim conhecer. que blog legal!!! tô adorando. olha, o bob e a dama me chamam de ‘marida’, hahahahahaha. eu acho bonitinho. bjs
A nossa marida sim. E temos um ciuminho leve dela hahahaha.
amante…